segunda-feira, 2 de maio de 2011

ASP WOMEN'S WORLD TOUR - STOP 4


Elas passaram pela Nova Zelândia e agora retornam para a Austrália para a quarta etapa do WT feminino da ASP. Acompanhe as baterias direto da praia de Dee Why: http://www.beachleyclassic.com/live.php

quinta-feira, 28 de abril de 2011

ASP WOMEN'S WORLD TOUR - STOP 3


A terceira etapa do mundial feminino da ASP está acontecendo em Taranaki, na Nova Zelândia. Pra curtir as meninas em ação é só clicar no link: http://www.nzsurffestival.co.nz/

quarta-feira, 27 de abril de 2011

PINCELADAS SALGADAS 2


Como havia prometido anteriormente, de vez em quando mostrarei algumas obras de artistas que têm como hobby retratar a essência do surfe e das ondas. O artista desta tela acima é Duda, Machado. Seu ateliê fica na rua dos Tubarões, na praia dos Ingleses / Florianópolis-SC. Desde cedo se interessou por pintura e pelo surfe. A união das duas paixões é convertida em belíssimos quadros, ricos em detalhes. Duda tem uma verdadeira obsessão pelas minúcias que compõem a imagem de uma onda, como a espuma, sombras, reflexos, transparências, etc. No quadro acima ele retrata a Joaca num daqueles dias. Quem tiver interesse em adquirir obras deste artista é só ligar para (48)  9905 3384, ou mandar um email  para duhfloripa@hotmail.com. O artista também aceita encomendas de reproduções de fotos. Sabe aquele momento irado que você tem em foto; que tal eternizá-lo num belo quadro?

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A CULPA É DO SHAPER


Produzir pranchas de surfe é uma das mais atribuladas profissões. Você está sempre oscilando do paraíso ao inferno de acordo como suas pranchas se comportam nos pés de seus usuários. Por mais atualizado que o shaper seja, existem certas peculiaridades que diferenciam os surfistas e fazem com que nem todos possam usar o mesmo tipo de prancha. Peso, altura, posicionamento na prancha, tamanho dos pés, nível de habilidade, porte físico e outras  são algumas das características levadas em consideração na hora de decidir como será sua próxima prancha. Um shaper local experiente, que conhece o seu surf, pode ser um grande trunfo na hora de encomendar uma prancha. Um vídeo com algumas ondas suas surfadas também pode ajudar nessa hora. Mas fique certo de que isso não é tudo. Achar que só a troca de prancha poderá suprir deficiências técnicas de um surfista é um comum. Por exemplo, se você tem problema com a remada, de nada adianta engrossar a prancha para aumentar a flutuação, porque o ganho é mínimo e as perdas são grandes na performance da prancha. Limitações físicas devem ser resolvidas com exercícios e existem profissionais especializados neste assunto específico, inclusive com programas de treinamento que podem ser adquiridos em DVD. Agora se você prefere acreditar em milagres, só resta uma coisa a fazer: culpar o shaper. Afinal, se a prancha não funcionou, a culpa só pode ser dele (risos). Na foto, o surfista Nicholas Lopes (meu filho) testando sua prancha.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

SOLO SURF


Algumas imagens dispensam legendas. Os elementos presentes na foto sintetizam tudo o que um surfista precisa para estar em perfeita harmonia com o mundo. (somewhere in the North shore of Floripa)

PERSONALIZAÇÃO


A personalização (ou customização que é a palavra da moda) é um dos grandes trunfos das fábricas de pranchas tradicionais. Num mundo globalizado, onde os pacotes prontos são a tônica dos negócios, ter um produto personalizado é uma oportunidade cada vez mais rara. Poder conversar com o shaper diretamente, explicar suas necessidades, opinar sobre suas expectativas e decidir sobre a arte que vai acompanhar sua prancha são algumas das vantagens deste tipo de relacionamento entre o fabricante e o consumidor. No final, todos saem ganhando.

terça-feira, 19 de abril de 2011

DIVERSIDADE




Os últimos anos presenciaram uma mudança de paradigma no tocante ao design "dominante" das pranchas de surfe. Esse tipo dominante simplesmente desapareceu e diversas vertentes floreceram. Desse novo universo, muitos designs foram influenciados por um retorno a velhas ideias, algumas de forma autenticamente retrô, outras numa releitura de modelos consagrados. Em meio a todo esse hibridismo, o surfista de hoje tem condições de encontrar algo que seja mais adequado ao seu estilo e habilidade, sem ter que ficar restrito aos shapes da moda, como ocorria anteriormente.